Está a maior polêmica a cirurgia da atriz
Angelina Jolie, que retirou as duas mamas
e pretende tirar os ovários.
Especialistas alertam que mastectomia impõe riscos e só deve ser feita em casos
de predisposição genética, mas reconhecem que atitude da atriz pode
ajudar a reduzir preconceitos e quebrar tabus.
É o medo do câncer que leva muitas mulheres a retirarem os seios.
A chamada mastectomia é um procedimento de remoção do tecido mamário,
que geralmente é substituído por enxertos de gordura ou de silicone.
O mais recente exemplo de escolha por esse passo – para muitos radical –
foi o de Angelia Jolie. Mas ela não é a primeira celebridade a fazer essa opção.
Porém, isso só é indicado quando há uma predisposição genética,
afirma Suzanne Briest, médica e porta-voz do centro que pesquisa
câncer de ovário e de mama na Universidade de Leipizig.
Na Alemanha, é cada vez mais comum as mulheres optarem pela operação
como uma forma preventiva de tratamento
De acordo com o Instituto Alemão do Câncer, cerca de 74 mil mulheres recebem
o diagnóstico de câncer de mama todos os anos. É o segundo tipo mais letal da doença.
Cerca de 5% das pacientes estão geneticamente predispostas.
Aquelas que têm na família
três ou mais parentes diagnosticadas em uma idade jovem com câncer de mama ou ovário
devem fazer um teste genético, dizem os médicos, de forma a aumentar as chances de cura.
Com o teste é possível saber se a mulher carrega os genes BRCA1 ou BRCA2.
E você teria a coragem da beldade ?

















































